7 de out. de 2014

Sonhei com meu pai no momento presente


O  Domingo já havia deixado a experiência de que a maior criação é a interna, e a importância de nossas atuações. O ato de votar já havia marejado os olhos, ouvir o Show de Cristovão Bastos e o Grupo Água de Vintém deixou o coração em situação crítica. Vivendo sozinho com minha filha de oito anos, sendo pai, contador de histórias e entretenedor, fui dormir. Diante do tamanho da saudade busquei refúgio no colo do Pai Eterno, sentindo que Ele me acariciava a face... Adormeci no balcão/cama que tenho na sala e de onde posso avistar o pasto, a lua, e minha filha dormindo...

O jantar, além de delicioso estava um pouquinho salgado. Madrugada, sonho que estava dormindo e que com sede, me levantei para beber água. No sonho ao me levantar me deparo com meu pai, que parecia estar sentado na poltrona ao lado, ele me oferece um copo d´água que tinha nas mãos. Oba, que sede. Bebo, agradeço e volto a me deitar. Então me indago! Epa!!! Meu Pai já faleceu há muitos anos!!! Acordo, me levanto. Não há ninguém no sofá. Vou para a cozinha e bebendo água lembro-me do "sonho" que acabava de ter, havia sonhado com o presente. Sim, sentia que havia mais alguém presente.

Obs.: Como meu pai físico já faleceu há muitos anos, a lembrança que trago dele se mistura no tempo da infância, adolescência e tal. Yôgue que sou, tenho uma profunda relação com Prajapita Brahma como sendo meu pai e só o conheci por fotos e pensamentos, então não posso precisar qual dos dois me serviu a água.




Agradeço profundamente aos dois por até hoje serem referência para mim do que é ser pai e me inspirarem a sê-lo.


"Todo Sentimento"  (Cristovão Bastos - Chico Buarque) 

Preciso não dormir 
Até se consumar 
O tempo da gente 

Preciso conduzir 
Um tempo de te amar 
Te amando devagar e urgentemente 

Pretendo descobrir 
No último momento 
Um tempo que refaz o que desfez 
Que recolhe todo sentimento 
E bota no corpo uma outra vez 

Prometo te querer 
Até o amor cair 
Doente, doente 

Prefiro então partir 
A tempo de poder 
A gente se desvencilhar da gente 

Depois de te perder 
Te encontro com certeza 
Talvez num tempo da delicadeza 

Onde não diremos nada 
Nada aconteceu 
Apenas seguirei 
Como encantado ao lado teu. 
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20 de jun. de 2014

O valor do amor


Há mais de trinta anos alguém me presenteou com um cachecol. Eu sempre viajando, estradas, motos, caronas...  confesso nunca ter tido cuidado especial com ele. E olha que foram viagens, inúmeras casas, situações, etc, etc.... O cachecol foi tricotado pelas mãos da pessoa que o colocou em meu pescoço com bons votos. Passaram-se os anos.
Nestes dias depois de tanto tempo voltei a encontrar a pessoa via facebook, saudades, notícias, felicidade....
Agora a pouco olho para uma de minhas mesas e o que observo? O cachecol!!!


Coincidência? Acho que não. Creio que  tudo que é feito com amor permanece, ele é uma energia invisível, uma vibração que penetra que permanece até mesmo na matéria.... Por isto a importância de fazermos tudo com muito amor, o carinho de levar um presente, uma lembrança. 

Outro dia também visitei um amigo, um empresário ocupadíssimo, com várias empresas, edifícios, etc. e passando por sua sala ele fez questão de mostrar uma pequena lembrança que eu havia dado a ele há tantos anos... Eu mesmo nem lembrava mais de ter dado o objeto a ele, mas ele guardava aquilo com tanta consideração!  É o amor que permanece tanto no dar quanto no receber, dai a importância nestes dias de tamanho consumismo, de observarmos o valor que damos e agregamos as coisas. 

Muito importante também observarmos que no caso dos alimentos, muitas vezes o que agrada mais é a vibração, o amor com que aquilo foi preparado, é um tempero especial (que no caso dos alimentos não há como perder, passa a fazer parte da pessoa). Por isto que comentamos, não há como a comida de fulano... Não troco esta refeição simples por nada! É a vibração! 

Vale lembrar que o negativo também impregna as coisas, dai a importância de observarmos o que nos rodeia, e no caso dos alimentos, não só cuidar da qualidade, validade, sabor, procedência, higiene, etc. mas da pureza de quem preparou. 

Lembram da Branca de Neve? Foi uma mordida só na maça...

Ainda bem que existem príncipes por ai! 




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11 de jun. de 2014

O palco, o altar...



Sempre considerei uma apresentação musical, teatral, como um encontro espiritual, uma celebração, em nome da arte, nossa religião. Pois ali se vê a excelência, o culto a arte, aquilo que só se chegou com muita paciência e dedicação. E o impacto que nos causa estar diante de tanta harmonia, sim, nos lembra o culto, a liturgia, onde nosso Deus, a reza, é tudo aquilo se preza, ter se dado, dedicado, ter se feito estar ali, assistido de coração; O culto ao que é bom, sem discriminação, simplesmente reivindicando o direito de existir, o que faz aquele momento ser único.
A oportunidade de estar de coração aberto diante daqueles seres (os artistas) que puro coração são, é que faz a reação, é que fecunda e germina a emoção, e ali mesmo começamos a crescer, parecemos um novo ser, criado naquele culto da religião CULTURA.

Cultuar-te

Costurar a arte dentro de mim
O pano da música
A linha da fala
O botão da canção
Em cena ação
Cheiro, forma, movimento
A luz que esculpe o momento
O som
Apresentação, transmissão
A reza silenciosa que ocorre sem ninguém ver
A meditação profunda
Que nunca vamos esquecer
A vela acesa sem fogo,
Que tanto nos faz ser
A dança sentado parado
Por dentro a mexer
A foto que foi tirada
No álbum do ser a envelhecer
A escultura das formas talhadas
Que os olhos percorrem, gostam de ver
E tantas outras formas, inclusive vocês
Palavras bonitas,
Que agora mesmo
Me preso a escrever.


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2 de jun. de 2014

O filho do amor, a presença de Deus, o Espirito Santo




Pena um amor tão genuíno, puro, lindo e especial assim não ter tido espaço, tempo e oportunidade de se fortalecer, crescer, florescer e dar mais frutos... Talvez não fosse para sê-lo... Talvez nem tenha existido... são perspectivas, vai saber..

Que momento este, coisa mais linda! vc nem imagina o que estou sentindo. É como se vc estivesse cristalina em minha frente... Sem dúvida várias coisas em vc eu não entendi.... Oh meu amor..... mas eu entendi tantas. Agora será que precisamos entender tanto o outro? Ou simplesmente viver aquele pedacinho de tempo que a vida da para estarmos ao lado de alguém que nos encanta...

 Vamos deixar o tempo mostrar... não vamos fazer promessas, dar nomes. Juro que desejo (pois temos este direito, eu e vc), te encontrar, e olhar nos seus olhos, e sorrir, e vê-la sorridente. Preparados para o AMOR, ai Deus estará entre nós como sempre esteve, sempre lhe disse que eramos três, e se assim for vou te amar.



Estaremos dando o espaço e o tempo para fortalecer, crescer, florescer, e dar mais frutos... Sei lá, o filho do amor.... Vamos aguardar para vê-lo crescer...... esta plantado em mim, esta plantado em você.... Como a árvore que tem seu nome e que plantei bem na frente de minha porta só para não te esquecer, de tanto que te quero.... Um beijo neste seu coração enorme

Compartilhado com uma amiga este momento.... os bons votos de uma outra amiga... e a imagem inspiradora...



Que o nosso Amor por Deus, sempre viva, em cada olhar, em cada atitude, em cada pensamento... Que não seja apenas palavras da boca para fora, ou soltas ao vento... Que esse encontro invada nossa alma... Que essa vontade de sentir Sua Presença sempre reacenda nossa Luz interna... E que esse tesouro, precioso, secreto, dádiva de alegria, nos proporcione o encontro conosco mesmo!



Entendi, que só podemos compartilhar algo com quem esta vivo, consciente, e ai esta o significado da vida... a frase... onde dois estiverem juntos, eu estarei presente... Ele é o Pai... o Terceiro....
Então quando amamos, Ele esta presente. 

O FOGO, o AMOR


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30 de mai. de 2014

O duro de amar uma "Mulher"



O duro de amar uma mulher, não é conquistar, permanecer, amar. O duro, é deixar. Principalmente quando não conseguimos enxergar os defeitos, o amor nos faz ver tudo perfeito. Pior ainda quando não temos hábito de difamar, e nada acontece para podermos odiar, detestar; estes sentimentos não circulam em nosso coração; quando diante da decisão dela, amamos mais ainda, pois percebemos sua maturidade ao ver que um dos dois não esta preparado e que é melhor parar antes que um acidente aconteça. Ai surge a maior prova de amor, pois a gentileza, o respeito e aceitação nunca podem faltar para aquele a quem amamos.

Sábia orientação recebem os yôgues para que fiquem sozinhos, mas quando o coração é teimoso, quando o amor se tornou um estado, ai então...

Lembro-me de uma entrevista com a Gal Costa onde ela contava que encontrou o Vinícios de Moraes em uma pizzaria do Rio. Noite, e ele lá, acabado, triste, amargurado. Havia terminado um relacionamento e estava no chão. Gal estava acompanhada de uma jovem amiga baiana (Mãe de Santo). Vinícius ao vê-la mudou, a reação foi instantânea, e conversa vai, conversa vem... lá pelas quatro da manhã, Vinícios fez com que Gal saísse  e trousese um anel, uma joia para oficializar o "Noivado". A nova musa estava ali, casaram, viajaram mundo a fora, viveram muitos anos juntos, até que a chama se apagasse!

Valeu a pena? O que ficou? Acho que a experiência, a melhora contínua que acontece para aqueles que andam acompanhados do Pai, o maior dos amantes e refúgio dos solitários. Talvez isto nos leve a pensar que Ele mesmo trace estes encontros, estas uniões.

Fora da covardia e desrespeito de procurar outro para acalmar o coração, se seguimos sem medo e abertos, a sorte do amor bate de novo em nossa porta da forma mais inusitada e mágica.

Para os verdadeiros amantes, o amor é um estado, e quando vivemos amorosos e felizes com tudo nos tornamos sorridentes, mostramos que somos capazes de viver sem difamar ou caluniar, sem procurar defeitos para justificar. Sorrimos, e este sorriso abre a janela para um novo, AMOR.

Obs.: Prolixo dizer que o verdadeiro amor não escolhe sexo, todas as modernas conexões estão inclusas, basta que a mulher seja Mulher, e que o homem seja Homem, a questão é mais o masculino com o feminino, mas para que isto ocorra certamente eles serão centrados em si e Nele.



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18 de mai. de 2014

Brahma Kumaris - 35 Anos Brasil

Estive fazendo as contas, este ano estou completando 32 anos de estudo!!!! Heeeeee!!!!!

Parabéns a todos irmãos e irmãs do Brasil e do Mundo. Quanta satisfação... 

Me vejo diante desta Yaguia (Fogo Sacrificial).
A mesma vontade de se jogar surge, mas agora posso olhar para trás e ver, 
o que fiz e o que farei...    




15 de abr. de 2014

A Eternidade: O Tempo como um Ciclo








A Eternidade: O Tempo como um Ciclo

É difícil para a mente compreender a eternidade – sem início, sem fim... Os “porquês” são discutíveis e ficam sem resposta, quando não há um ponto de partida. Se eu olhar para um círculo, uma roda, é impossível encontrar o início ou o fim... Pode, tal imagem, ajudar-me a entender a eternidade?
Ao olhar para o mundo natural à minha volta, vejo ciclos intermináveis por toda a parte: no crescer e minguar da lua, na mudança gradual das estações do ano, no tempo medido no mostrador de um relógio... nada na natureza segue uma linha recta! Porque é que a natureza humana deveria ser a excepção?

O Ciclo do Drama do Mundo

O Drama do Mundo é a história das almas humanas, a sua ascensão e queda, vitória e derrota, felicidade e sofrimento, sabedoria e ignorância, liberdade e escravidão. É a história do jogo das forças do bem e do mal, e dos diferentes estados por que passam as almas humanas, em cinco diferentes épocas (actos). É a história da humanidade na sua viajem no drama (representação), através do ciclo da eternidade. É a história mais grandiosa alguma vez contada… e todos adoramos uma boa história!...

Os Cinco Actos do Drama (Peça) do Mundo

1º Acto: A Idade do Ouro

O 1º Acto inicia-se com a cena do despertar da idade do ouro. Cada indivíduo manifesta, no seu comportamento, a sua natureza divina de pureza, paz, felicidade, amor e verdade, em completa harmonia interior. As suas acções e relacionamentos, amorosos, são os fios que tecem o tecido da sociedade. São seres divinos, cujo respeito pela natureza é tal, que a Terra os serve com abundância. A vida familiar é plena de felicidade porque as relações são baseadas na honestidade e na confiança mútuas. O comportamento e as atitudes são altruístas e de partilha. A integridade da alma expressa-se através da sabedoria natural e da realização espiritual. É o paraíso.

2º Acto: A Idade da Prata

O 2º Acto continua com uma cena, em que a esplendorosa manhã do primeiro dia deu lugar a uma tarde amena e tranquila, onde se manifesta já um gradual declínio, desapercebido pelos próprios actores, que entretanto aumentaram significativamente em número. Embora continuem radiantes de amor e paz, embora a natureza continue resplandecente de cor e beleza, a frescura original que caracterizou a manhã, desapareceu. Os actores começam a prestar maior atenção à forma e funções externas, do que às realidades internas; as experiências dos sentidos vão deixando impressões na alma. A integridade começa a dar lugar à influência. Os recursos materiais são divididos em menor quantidade, para se ajustar à maior procura. Embora não haja negatividade ou tristeza, e todos continuem a ser mestres das artes de viver, a qualidade de vida é ligeiramente menor.

3º Acto: A Idade do Cobre

A mudança do 2º para o 3º Acto, à medida que começa a escurecer, é dramática. É marcada por uma radical mudança de consciência: do auto conhecimento para o auto esquecimento. Este esquecimento do verdadeiro “eu” espiritual, cria dualidade na mente dos actores. Os primeiros sinais de conflito interno e discórdia externa, aparecem dentro da própria peça. Esta queda do estado de graça da consciência da alma, para a ilusão da consciência do corpo, traz consigo a perda de auto-soberania. Os seres humanos são compelidos a procurar o poder e as posses, para compensar um vazio interno, crescente. Ao tentarem reencontrar a verdade e a iluminação perdidas, são enganados, acreditando que o acumular de bens materiais lhes trará segurança e paz mental.

4º Acto: A Idade do Ferro

O 4º Acto encontra o palco do mundo numa total escuridão, ilusão e desespero. Verifica-se um extraordinário declínio dos valores morais, éticos e espirituais. Os seres humanos encontram-se acorrentados aos pilares de práticas e hábitos imorais. A tristeza e a intranquilidade largamente espalhadas, tornam-se a regra do comportamento humano. O mundo está dividido em inúmeros grupos, muitos dos quais se opõem entre si em jogos de poder, com base nos seus próprios interesses e conveniências. A família humana está num ponto de rotura. À medida que a noite avança, a população sofre um aumento exponencial, até que os recursos do planeta alcançam os seus limites.

5º Acto: A Idade do Diamante

O 5º Acto consiste apenas numa cena, na qual o Director da Peça se torna o Actor Principal. Ele aparece silenciosamente, num canto do palco, e começa a desvendar as verdades inerentes à história da vida humana: a verdade da imortalidade da alma, o seu relacionamento eterno e verdadeiro com Deus , e o verdadeiro caminho para a elevação e preenchimento. Estas palavras de verdade suscitam, nos actores, lembranças profundas do seu passado longínquo; há um despertar... Diante do amanhecer, eles podem observar, de novo, o carrossel da vida, na sua totalidade: de uma natureza divina à dualidade, da Idade do Ouro à Idade do Ferro... cada alma moldando-se ao ritmo eterno de cada momento, até que o círculo se completa. Com o amor de Deus nos seus corações e a verdade a permear novamente o seu ser, os actores dão os últimos passos na sua saída do palco, unidos na visão da manhã dourada que se aproxima. A escuridão da noite vai dando, gradualmente, lugar à aurora do novo dia. À medida que a cortina vai descendo, no 5º Acto, ela sobe novamente para marcar o início do 1º Acto. A humanidade completou o círculo; a velha jornada da vida acabou; um novo mundo começa!...
O guião desta peça soa-lhe familiar? Já teve alguma vez a experiência de um “déjà vu” – o sentimento de que já cá esteve? E se a história for verdadeira, e já esteve, realmente neste lugar em tempos?

LIFE GODS: Gilberto Gil & Marisa Monte

27 de ago. de 2013

O amor é uma coisa só, estamos mexendo com Deus

Hoje fui a farmácia, e descendo da moto olho no cantinho da parede um pedaço de papel meio enrolado. Peguei o papel e vi que tinha algo escrito, coloquei o papel no bolso e segui com meus afazeres. Chegando em casa vou descarregando tudo sobre a mesa, celulares, remédios, recibos, e lá esta o rolinho de papel que fica sobre a mesa. O pior ou melhor, é que hoje depois da cesta eu tive uma das experiências de amor mais extraordinárias da minha vida e foi com meu Pai que tenho mais do que amante... é um amor que Nelson Rodrigues se envergonharia, mas é o amor e neste caso meu companheiro ou companheira é Deus, então não há o que fazer... Mas depois da experiência uma frase ficou marcada em minha mente. "O amor é uma coisa só, estamos mexendo com Deus". Então levantei-me e pensei, vou publicar isto... Ai encontrei esta carta enroladinha em cima da mesa.

Eu penso em você
quase o tempo todo.
Quase; porque quando estou com você,
não penso em mais nada.
TE
AMO
Me desculpa das vezes que eu te decepcionei.
Por mais que eu te xingue, brigue com você isso não importa.
Só saiba que eu quero um relacionamento mais sério eu não quero ficar com você, eu quero NAMORAR você.
Yasmim você quer me
NAMORAR.


Obs.: Clik na imagem para amplia-la...

Agora fica dúvida, de quem é que ficou segurando esta carta tão enroladinha assim? Será que ele conseguiu entregar a ela? Ou foi ela que ao recebe-la ficou espremendo a carta  na mão?


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8 de jul. de 2013

Penas do Pavão do Amor









A Lei de criação


A energia mais sutil que constitui tudo o que existe permeia através do Universo. A Lei de criação nos diz sobre como aquilo que nos rodeia é criado. Ele afirma que para qualquer elemento do Universo a aparecer, uma interação entre as duas energias primordiais - Ying e Yang, que simbolizam o masculino e o feminino - é necessária. Só esta união pode criar algo novo.

Ying e Yang estão presentes em todos os lugares e eles estão sempre pego em uma luta, tão logo Ying se torna mais fraca, Yang se torna mais forte e vice VERSA. Eles estão e estão sempre flexíveis e instáveis, mas somente juntos eles formam uma unidade inteira. Assim, somente unindo estas duas energias poderosas a criação pode acontecer. Cada um de nós contém esses dois princípios, fluindo com fluidez de um para o outro. Eles criam a nossa personalidade única que nos distingue do resto da população do mundo.

A Lei de criação também afirma que o nosso Universo é cíclico e que uma coisa cria outra. Por exemplo, verão substitui a primavera, enquanto o outono substitui o verão. Uma energia flui sem problemas em outra e o ciclo se repete. Ele não pára, e desta forma o fluxo perpétuo de energia no Universo nunca é interrompido. Na tradição oriental esta lei é chamada de Lei de amor, porque permite continuar a linhagem da família.

A fim de entender como essa lei funciona, você precisa aceitar o conhecimento da existência de dois componentes de qualquer elemento: Ying e Yang. Yang representa tudo o que está em movimento, tudo o que é quente, instável, rápido, imprevisível e tem uma maior atividade. Ying, por outro lado, estiver frio, calmo, lenta e tem uma actividade mais baixa. Ao interagir com o outro destes dois princípios alcançam certa estabilidade, mesmo que eles estejam trancados em uma luta interior eterna. Ying e Yang não pode criar nada neste universo separadamente, porque o elemento criado será altamente instável e não vai ser capaz de existir. Só através da complementaridade uma com a outra uma forma estável pode ser assegurada.

Nós vemos a Lei de criação se manifestar em todos os lugares ao nosso redor. Por exemplo, organizar o seu próprio negócio requer que você utilize a energia ativa de Yang, bem como empregar a estratégia de calma e paciência, usando Ying. Ao equilibrar um com o outro, podemos confiantemente passar para o sucesso.

Plantando uma semente na terra que também incluem a interação dos dois elementos primordiais. Primeiro, o Ying lenta entra em jogo. Depois começa o período de crescimento e maturação - Yang. A fim de conseguir este resultado é necessário algum tempo. Nada aparece imediatamente. A interação de energias ocorre em um nível sutil e às vezes pensamos que nada está acontecendo, mas na verdade o processo está se desenvolvendo de acordo com a leis específicas.

Isto ocorre absolutamente em todas as esferas de nossa vida. Ao plantar uma semente espere para o resultado e não apresse os eventos. Unindo-se um ao outro o masculino e o feminino, certamente darão origem a um novo acontecimento ou uma nova vida, bem como uma nova colheita. Tudo o que precisamos fazer é entender como a Lei da criação funciona, bem como perceber que, sem essas duas energias, nada pode nascer. Ying flui para o Yang e vice-versa. Morte serve sempre como uma criação de uma nova vida, com uma alimentando a outra. Algumas vezes, a fim de algo novo apareça algo antigo precisa ir embora. Esse movimento cíclico é eterno e que proporciona a vida eterna no Universo.

Para saber como usar a Lei de criação na vida use estas fáceis recomendações:

1 - Perceba que tudo o que o rodeia contém as energias invisíveis de Ying e Yang, que permitem tudo para existir.

2 - Ao encarar um desafio use ambas as energias em igual extensão, pois caso contrário você não será capaz de alcançar um resultado.

3 - Depois de plantar sementes, aprenda a esperar. A conclusão de qualquer processo e a obtenção de um resultado requerem uma certa quantidade de tempo.

4 - Não veja determinados períodos de sua vida como críticos. Mesmo os momentos difíceis podem tornar-se o início de algo novo que poderá fazer você realmente feliz.

Esperamos que as nossas recomendações vão ajudar você a aplicar integralmente a Lei de criação.


The Law of creation


A most subtle energy that constitutes everything that exists permeates through the Universe. The Law of creation tells us about how that which surrounds us is created. It states that in order for any element of the Universe to appear, an interaction between the two primordial energies – Ying and Yang, which symbolize the masculine and the feminine – is required. Only their union can create something new.
Ying and Yang are present everywhere and they are always caught in a struggle, As soon as Ying becomes weaker, Yang becomes stronger and vice cersa. They are always flexible and unstable, but only together do they form a whole unity. Thus, only by uniting these two powerful energies can creation take place. Each of us contains these two beginnings, fluidly flowing from one into another . They create our unique personality that distinguishes us from the rest of the world’s population.
The Law of creation also states that our Universe is cyclical and that one thing creates another. For example, summer replaces spring, while autumn replaces summer. One energy smoothly flows into another and the cycle repeats itself. It doesn’t stop, and this way the perpetual flow of energy in the Universe is never interrupted. In oriental tradition this law is called the Law of love, because it allows to continue the family line.
In order to understand how such a law works you need to accept the knowledge of the existence of two components of any element: Ying and Yang. They represent everything that’s in motion, everything that’s hot, unstable, fast, unpredictable and has a higher activity. Ying, on the other hand, is cold, calm, slow and has a lower activity. By interacting with each other these two beginnings achieve certain stability, even though they are locked in an eternal inner struggle. Ying and Yang cannot create anything in this Universe separately, because the created element will be highly unstable and won’t be able to exist. Only by complementing one with the other can a stable form be ensured.
We see the Law of creation manifest itself everywhere around us. For example, organizing your own business requires you to utilize the active energy of Yang as well as to employ the strategy of calmness and patience by using Ying. By balancing one with the other we can confidently move towards success.
By planting a seed in the ground we also include the interaction of the two primordial elements. First the slow Ying comes into play. After that begins the period of growth and maturation – Yang. In order to achieve this result some time is required. Nothing appears immediately. The interaction of energies takes place on a subtle level and sometimes we think that nothing’s going on, but in truth the process is developing according to specific laws.
This concerns absolutely all spheres of our life. ЗаAfter planting a seed wait for the result and don’t rush events. By uniting with each other the masculine and the feminine will definitely give birth to a new event or new life, as well as a new harvest. All we need to do is understand how the Law of creation works, as well as realizing that without these two energies nothing can be born. Ying flows into Yang and vice versa. Death always serves as a creation of new life, with one feeding the other. Sometimes in order for something new to appear something old needs to go away. Such cyclic movement is eternal and it provides eternal life in the Universe.
In order to know how to use the Law of creation in life use these easy recommendations:
  1. Realize that everything that surrounds You contains the invisible energies of Ying and Yang that allow everything to exist.
  2. When taking up an endeavor use both of these energies to an equal extent, because otherwise you won’t be able to achieve a result.
  3. After planting seeds learn to wait. The completion of any process and the obtainment of any result require a certain amount of ti me.
  4. Don’t view certain periods of your life as critical. Even difficult moments can become the beginning of something new that might make You truly happy.
We hope our recommendations will help You fully apply the Law of creation.
What other examples of this law manifesting itself do You know? What do You think of this? Shareyour thoughts.    


Serghei Bocsa


https://www.facebook.com/serghei.bocsa.9?fref=ts


16 de abr. de 2013

Bairro Baeta Neves



Até meados do século XIX, nas proximidades do local denominado São Bernardo Velho, situado aproximadamente a três léguas do pátio do Colégio São Paulo e a menos de meia légua do Centro de São Bernardo do Campo atual, existiam, ao lado das propriedades do Mosteiro de São Bento, terras emancipadas de propriedades particulares, enquanto que as terras da igreja, através das providências do governo Imperial, foram desapropriadas para constituírem o Núcleo Colonial de São Bernardo.
Essas terras emancipadas continuaram a ser objeto da exploração agrícola ou extrativa por parte de seus proprietários que residem na Vila de São Bernardo e através da sucessão aberta inventariadas e partidos, transferindo-se os direitos a terceiros.
À margem da estrada de São Bernardo a Mogi das Cruzes, diversas dessas propriedades eram exploradas, sendo que, nessa estrada, não haviam propriedades da igreja.
Com a construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí, construída pelo futuro Barão de Mauá, nasceu a localidade denominada Pilar, onde esse engenheiro fazia sua sede (hoje Mauá), o que acarretou a mudança do nome da estrada Caminho do Pilar, que posteriormente à inauguração da estação de São Bernardo e o conseqüente nascimento da Vila de Santo André (sempre sob a forma de dar a denominação do lugar mais próximo).
Uma dessas propriedades, hoje denominada Bairro Baeta Neves, foi adquirida pelo Dr. Luiz Felipe Baeta Neves (fazendeiro em Limeira), daí a origem do nome. Abrangia uma área bem superior a atual, que se estendia desde a divisa com Santo André, até onde hoje se localiza o Jardim do Mar (Cia. Cinematográfica Vera Cruz, Cidade da Criança, etc.), km 18 da Via Anchieta.
A atividade desenvolvida na região era a agricultura e, além disso, o próprio Dr. Luiz Felipe Baeta Neves instalou, nas proximidades do cruzamento do córrego Taioca com a estrada de Santo André (Av. Pereira Barreto), uma cerâmica, e ainda adquiriu direitos para extração de pedras para construção em uma área do Sítio dos Vianas.
Para administrar sua propriedade, trouxe de Limeira o Sr. João Versolato (pessoa de sua confiança) que passou a residir na localidade e implantando uma criação de porcos no “chiqueirão” (hoje novo centro comercial).
Com a instalação da linha do “Bondinho” pela Cia. Melhoramentos de São Bernardo, de propriedade do Sr. Alfredo Pujol, que ligava São Bernardo a Estação, foi incentivada a especulação imobiliária, face a industrialização que se processava no Bairro da Estação (hoje Santo André), originando o loteamento Vila Baeta Neves, por volta de 1925.
Dificuldades financeiras fizeram que o Dr. Luiz Felipe Baeta Neves hipotecasse parte de sua propriedade, inclusive a cerâmica, fato ocorrido devido à crise de 1929.
Tendo em vista solucionar parte dos problemas financeiros, um amigo do Dr. Luiz Felipe Baeta Neves, o Dr. Edmundo de Carvalho (filho do Dr. Amâncio de Carvalho - professor na Faculdade de Direito de São Paulo) constitui a Cia. Construtora Paulista, com sede em São Paulo, que assumiu as responsabilidades do loteamento.
A cerâmica não foi incluída na transação e mais tarde foi adquirida pela Cia. Melhoramentos de São Bernardo, cujo controle havia passado ao Grupo Simonsen.
A área compreendida entre o km 18 (Jardim do Mar) e o Rio dos Meninos, foi vendida ao Sr. Francisco Matarazzo Sobrinho, e a área intermediária vendida ao Grupo Tognato.
Durante o recesso financeiro, na década de 30, a Vila Baeta Neves estagnou seu progresso.
Por volta de 1929 foi efetuado o primeiro projeto de loteamento executado pelo engenheiro Dr. A. de Souza Barros, e nesse mesmo ano, houve o remanejamento dos traçados de suas ruas pelo Sr. Diogo Oetting, através da Cia. Construtora Paulista, a qual cuidava dos aspectos técnicos da Vila, inclusive providenciando a inscrição da mesma forma estipulada pelo Decreto Lei Federal nº 58, que havia sido promulgado, ao mesmo tempo que a Cia. dava concessão de vendas ao Sr. Arthur Petroni.
Com a retirada do “Bondinho”, o leito de sua estrada de ferro veio se constituir na nova estrada para Santo André por onde passaram a circular “Jardineiras”(veículos abertos nas laterais, parecidos com bondes), sendo que a primeira a circular era de propriedade de Carlos Maranesi. Essa estrada recebeu o nome de Av. Pereira Barreto.
O movimento da estrada e o desenvolvimento nacional da década de 40 trouxeram novo progresso à Vila, fazendo com que a Cia. Construtora Paulista reiniciasse seus trabalhos técnicos, através de contrato com o Escritório Técnico de Agrimensura sediado em São Paulo (propriedade do Major Otto Pereira de Carvalho, Emilio de Paula Souza e Newton Ataliba Madsen Barbosa), renascendo então o desenvolvimento da Vila.
Em 1948 esses técnicos providenciaram a doação pela Cia. Construtora Paulista sob a presidência do Dr. Edmundo de Carvalho, de um terreno onde se instalaria, em caráter permanente, uma unidade escolar (na administração do Dr. José Fornari), dando origem a Escola Estadual Dr. Baeta Neves.
Por volta de 1950, conforme entendimentos entre a Prefeitura e o Sr. João Setti, circulava o primeiro ônibus pela antiga Av. Hum, hoje Getúlio Vargas, tendo como passageiros Newton Ataliba Madsen Barbosa, Antonio Versolato (Tonico), João Setti e Sr. João Setti Filho, como motorista.
O primeiro prédio (sobrado) foi construído no início do loteamento onde funcionavam o escritório da Cia., o primeiro bar e a residência do Sr. João Versolato (esse prédio já foi demolido), e situava-se na esquina da Av. Pereira Barreto com a Av. Getúlio Vargas. Na esquina oposta instalou-se a primeira padaria, de propriedade do Sr. Giordano Martin Bianco, em 1947.
O primeiro padre, Reverendo Lázaro Equini.
A primeira serraria e carpintaria, do Sr. Willy Stucker; e seu irmão Bernardo Stucker instalou um armazém.
O primeiro Vila Baeta Neves Futebol Clube, instalado no prédio do Sr. João Carreiro à antiga Rua 7.
O primeiro morador da parte alta foi o célebre sargento Fragoso, que lá foi residir, depois de reformado da polícia em São Bernardo.
Durante uma das fases de desenvolvimento, a Vila Baeta Neves constituiu-se do que se pode classificar como “falsa favela”, porque os compradores de lotes na época eram pessoas de poucos recursos e que construíram suas casas clandestinamente com madeira, grande parte delas com tábuas de caixões de importação de automóveis das antigas indústrias: Brasmotor (hoje Brastemp) e Varam Motores (hoje ocupada pela Chrysler); alguns deles aproveitando o próprio caixão (inteiro), fazendo neles portas e janelas, ocupando principalmente os lotes mais escondidos da vista da Av. Pereira Barreto.


A característica da favela incentivou, na época, a chegada de pessoas de baixo nível sócio-êconômico fazendo com que a parte alta do Bairro fosse chamada de “Risca Faca”, em função das inúmeras ocorrências policiais que lá constantemente se verificavam, chegando ao furto dos assentos do carro de presos.

Entretanto, com a evolução natural, o progresso (melhores empregos, melhores salários, etc.), as famílias foram trocando as casas de madeira pelas de alvenaria, que passaram a construir em seus terrenos e, mais tarde, com a chegada dos melhoramentos públicos, e consequentemente valorização dos terrenos, as taxas supervenientes, selecionaram os proprietários e aqueles que não conseguiram se adaptar às novas exigências e nível do local, tiveram que vender suas propriedades ou simplesmente abandonar a região, resultando hoje em um Bairro de classe média com boas condições de habitabilidade e vizinhança.
Foi o primeiro bairro a ter iluminação pública a vapor de mercúrio (Praça São José e Rua Giacinto Tognato).
A propriedade do Dr. Baeta Neves abrangia desde o atual km 18 da Via Anchieta (compreendendo parte do Jardim do Mar, Chácara Inglesa, Vila São João, antiga Cia. Cinematográfica Vera Cruz, Cidade da Criança), ultrapassando a Av. Senador Vergueiro, o Rio dos Meninos, a Indústria de Fiação e Tecelagem Tognato, a atual Av. Pereira Barreto, toda a faixa compreendida entre o córrego Taioca e o Sítio dos Vianas, até atingir a estrada que liga os Vianas à Vila Luzita (Santo André), inclusive o atual Jardim Petroni.
As ruas da Vila Baeta Neves tem suas denominações de cidades de São Paulo (Ex.: Rua Jundiaí, Baurú, Catanduva, Caçapava, Batatais, Limeira, etc.), personalidades regionais (Rua Dr. Baeta Neves, Dr. Amâncio de Carvalho, João Versolato, Giacinto Tognato, Giacomo Marchioni, Domingos Boin, etc.) e ainda em homenagem ao ex-presidente, Av. Getúlio Vargas (principal via de acesso).
Em 1957, Baeta Neves já tinha sua atual igreja quase que completa. A construção tinha sido iniciada em 1953 e fora construída em junho de 1957. Só faltava fazer a cúpula. As paredes da nova igreja, lembrando bastante a Catedral de São Pedro, em Roma, começaram a ser erguidas em torno da antiga capelinha, que de tão pequena nem precisou ser imediatamente demolida.


JARDIM PETRONI
Até ser loteado, o Jardim Petroni era uma extensa área desabitada da Vila Baeta Neves. No local, por volta de 1948, existia apenas uma olaria, chamada Bom Jesus, que fornecia tijolos de graça para os compradores de lotes do Baeta.

Aliás, a área hoje denominada Jardim Petroni pertencia a região de Vila Baeta, tendo sido comprada por um ex-gerente da Companhia Construtora Paulista, empresa responsável pelo loteamento do Baeta. O remanescente da área foi cedido a Irineu Ladeira de Souza Lima, corretor de imóveis e procurador de Arthur Petroni (daí originando o nome), que incorporou novas áreas do Sítio dos Vianas.
O Jardim Petroni conta com rede de Energia Elétrica executada em 1964 (Rua Ituá) e Iluminação Pública à vapor de mercúrio em 21 de agosto de 1974.
A região serve-se da linha de ônibus Via Jardim Farina-Jardim da Represa (Rua dos Vianas) através da Empresa Viação Cacique Ltda.
A solicitação para o loteamento do Jardim Petroni foi efetuada a 1/10/1956, com a abertura do processo nº 4179.
Ao longo da Rua dos Vianas, que começa perto do Paço Municipal e termina no Jardim Petroni, foram criados vários loteamentos nas duas últimas décadas. São loteamentos populares, pequenos, semelhantes, nem todos aprovados pela Prefeitura:


VILA VIANA: é um dos loteamentos mais antigos da região. Foi loteado pela Empresa Edificadora Brasil Ltda., através do processo de loteamento nº 1753/74.



JARDIM FARINA: foi loteado por Mário Farina, através do processo de loteamento nº 1149, de 10/03/1954. Embora inscrito, este loteamento não foi regularmente aprovado. Falta recebimento em doação de ruas.



JARDIM NASCIMENTO: foi loteado por Renato Gomes Caetano e outros, através do processo de loteamento nº 2841/55. Foi aprovado em 17/11/1955. Origem do nome: Isabel do Nascimento Lopes da Silva era a proprietária da área.



VILA PRIMAVERA: foi loteada por Angelo Scopel e sua mulher, através do processo de loteamento nº 1543/56. Foi aprovada em 10/06/1958. Origem do nome: o plano de loteamento foi elaborado no início da primavera (estação).



JARDIM TRIESTE: Foi loteado em 1960 e aprovado em 28/05/1968. Também ocupa o antigo Sítio dos Vianas. Possui uma área de 25,9 m2. Um ponto de referência é o Cemitério da Colina, localizado na divisa do Baeta Neves com o município de Santo André.


Lei nº 1026 de 19/03/1962 - denomina Bairro Baeta Neves

Fonte: Jornal Diário do Grande ABC - 30/05/76
Colaboração: Sr. Leonardo Fernandes Filho - SO.3 (27/07/1975)
Execução: Seção de Pesquisa e Banco de Dados - SA.212 - PMSBC

10 de jan. de 2013

Brahma Kumaris old photos



As fotos deste filme podem ser encontradas e baixadas acessando
o álbum
https://photos.app.goo.gl/Bg3ofs3bV4BxD8xv7

25 de dez. de 2012

Papai Noel?



Seguindo a inclinação de só fazer o que realmente gosto e sinto sentido, passei este ano morando sozinho nesta casa que fica completamente isolada na área rural, e decidi que passaria o Natal fazendo o que realmente gosto: Nada, ou melhor, ficar em casa fazendo as ações necessárias e mais comuns (limpar casa, roçar, escrever, ler, etc), não participaria de retiros, nem viagens, nem festas, nada. Iria ficar quieto!

Em visita que fiz a minha mãe Dona Camilla que estava vivendo em um lar para idosos aqui em Piracicaba, me surpreendi com o fato dela aceitar o convite de passar estes dias em casa, mais ainda com o fato dela afirmar categoricamente que não retornaria (ela havia recusado vários convites para vir morar aqui).

Bom, fiquei contente com a decisão, dia vinte e quatro de Dezembro, compras, etc, varri a casa, jantamos, e deixo a velha instalada numa suite que tem a medida exata das suas necessidades, já que ela mal esta parando em pé, enxerga 3%, embora esteja com a saúde e a língua perfeitas. Dez e meia os dois com sono e apesar de ser véspera de Natal decidimos que o melhor era mesmo ir dormir.

Seu quarto havia ficado perfeitamente arrumado e a tarde havíamos comprado um chinelo novo para ela e por este motivo peguei seus quatro pares de sapatinhos baixos e guardei numa prateleira ao lado da cama. Boa Noite, Feliz Natal, vamos dormir...

Noite perfeita, acordo, meditação, aula de Yôga (Via Net direto de São Paulo), e vou para o café (vivo em um apartamento anexo a casa). Inicio os preparativos do cuscuz, frutas, café no bule, etc. Vamos que vamos, mais um dia lindo neste Recanto dos Pássaros, e vou ao quarto ver como esta minha hóspede. 

Bom dia e tal, e ela saindo do banheiro que alcança tateando os móveis que estão estrategicamente posicionados para permitir este tipo de locomoção me pergunta. Sérgio porque você colocou este par de sapatos em cima da cama? "Par de Sapatos? Que par de sapatos?" Ora, estes! Então observo realmente um par de sapatos dos que havia arrumado na prateleira, em cima da cama, e o local vazio onde o havia guardado na prateleira. 

Ora Nega (que é como costumo chamar minha mãe), Deixei os quatro pares de sapatos certinhos ali na prateleira ontem a tarde, tenho certeza, e antes de dormir a cama estava vazia! Lembro-me bem. Você deve ter pego e se esquecido. Neste momento um silêncio invade o quarto. Ela afirma categoricamente que não se levantou, e que ao acordar e iniciar seu tateamento até o banheiro, encontrou o par de sapatos sobre a cama ao lado de onde estavam seus pés, e imaginou que eu os tivesse deixado ali.

Ai um arrepio corre por todo meu corpo, pensei nos cachorros, mas não seria possível, e na casa só estava eu e ela. Não bebi, não fumei, não cheirei, o jantar foi vegetariano e simples, minha mãe pode não andar nem enxergar, mas é lúcida! 

Então quem tirou o par de sapatos da prateleira e colocou cuidadosamente sobre a cama?

Papai Noel?        

Obs.: Como todas histórias e relatos deste Blog, escrevo o que realmente aconteceu. Só relato tentando trazer Compreensão Suficiente para os fatos, mas vou pensar duas vezes quando me perguntarem se Papai Noel existe e se Ele realmente nos visita... 

Feliz Natal a todos